Exames no próprio Hospital da Criança e do Adolescente aceleram diagnóstico e melhoram atendimento infantil
Com nova estrutura e exames realizados no próprio hospital, Andressa Farias destaca a investigação de doenças e serviço acolhedor durante internação da filha, Emanuely Santos.
A experiência de quem acompanha a rotina da pediatria por vários dias tem evidenciado uma mudança significativa na forma de cuidar dos pacientes no novo Hospital da Criança e do Adolescente entregue pelo Governo do Amapá.
Mais do que um ambiente renovado, com enfermarias reorganizadas e maior conforto, a unidade tem se destacado pela condução dos casos, com exames realizados no próprio hospital e foco na investigação das causas, como foi o caso da pequena Emanuely Santos.
Durante sete dias de internação ao lado da filha, Andressa Farias acompanhou de perto essa nova realidade e percebeu a diferença no atendimento desde os primeiros momentos.
“Fiquei aqui com ela esse tempo todo e o atendimento das enfermeiras e dos técnicos foi muito atencioso. Ela tem muito medo, mas todos trataram ela muito bem, com carinho, com cuidando, sempre conversando e tentando deixar ela mais calma”, relata.
Segundo ela, o principal diferencial foi a postura da equipe médica, que buscou entender a origem do problema antes de definir o tratamento. “Os médicos são muito bons, eles investigam a causa. Não ficam só no básico, vão atrás mesmo”, afirma.
A realização de exames dentro da própria unidade foi essencial para dar agilidade ao processo e garantir um diagnóstico mais preciso. “Fizeram tudo por aqui. Foram investigando até descobrir o que ela tinha, e aí já começaram o tratamento certo”.
A mudança na condução do atendimento contrasta com uma experiência anterior, quando, segundo a mãe, não houve o mesmo aprofundamento.
“Eu já tinha levado ela para atendimento antes em outras unidades e apenas passaram remédio pra dor, não fizeram sequer exames disseram que era algo simples. Se tivessem investigado como fizeram aqui, essa internação hoje poderia ter evitada”, relembra a jovem mãe.
Além da resolutividade, a estrutura física da unidade também impactou diretamente na experiência durante a internação. As novas enfermarias oferecem mais conforto para pacientes e acompanhantes, permitindo uma permanência menos desgastante.
“A estrutura está muito bonita, mais acolhedora. Agora eu consigo ficar com ela mais tranquila e com mais conforto, não preciso mais ficar em cadeira plásticas como era antigamente. Isso ajuda muito”, diz.
Para quem permanece ao lado da criança durante todo o período, esse suporte faz diferença no dia a dia e contribui para um cuidado mais humanizado.
Após acompanhar de perto a evolução da filha, a mãe avalia que as mudanças vão além da estrutura e refletem um novo momento da assistência pediátrica.
“Hoje a gente vê mais atenção, mais cuidado e essa preocupação em realmente descobrir o que a criança tem. Isso faz toda a diferença”, finaliza.
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