Empreendedoras do Selo Amapá ganham vitrine no ELAS II com apoio do Governo do Estado
Iniciativa da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá leva empresas certificadas ao evento para ampliar redes de contato e incentivar o empreendedorismo feminino.
Cinco empreendedoras certificadas pelo Selo Amapá participam da segunda edição do ELAS, Encontro de Lideranças Femininas do Amapá, promovido pelo Governo do Estado. O evento iniciou na terça-feira, 23, e segue até quinta-feira, 25, no auditório principal do Sebrae Amapá, em Macapá, reunindo mulheres de diferentes áreas para compartilhar experiências, ampliar conexões e fortalecer o empreendedorismo feminino.
A Agência de Desevolvimento Econômico do Amapá integra a programação do ELAS II e levou ao evento cinco empreendimentos liderados por mulheres para expor seus produtos, ampliar a rede de contatos e apresentar ao público o potencial das empresas certificadas pelo Selo Amapá. O ELAS foi idealizado pela primeira-dama do Estado, Priscilla Flores, com o objetivo de impulsionar o protagonismo feminino e incentivar a participação das mulheres em espaços de liderança e desenvolvimento econômico.
Para o presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, a presença do Selo Amapá no evento reforça o compromisso do programa com o fortalecimento do empreendedorismo feminino.
“A participação do Selo Amapá no ELAS II reforça um dos principais objetivos do programa, que é incentivar e fortalecer o empreendedorismo feminino em todo o estado. Hoje, temos um número expressivo de empresas lideradas por mulheres certificadas pelo Selo, e estar neste espaço é uma oportunidade de mostrar essas histórias de sucesso, aproximar novas empreendedoras do programa e incentivar que mais mulheres transformem seus talentos em negócios sustentáveis e competitivos. O desenvolvimento econômico do Amapá passa, necessariamente, pela valorização e pelo protagonismo das mulheres empreendedoras”, destacou.
A coordenadora do Selo Amapá, Elen Pinheiro, ressaltou que a participação na feira também busca incentivar novas adesões ao programa. “Estamos aqui na segunda edição do ELAS com cinco empreendimentos liderados por mulheres que já possuem a certificação do Selo Amapá. Das 214 empresas certificadas, um número significativo é comandado por mulheres. Por isso, faz parte da nossa missão neste evento estar à disposição para orientar outras empreendedoras, esclarecer dúvidas e incentivá-las a ingressar no programa do Selo Amapá”, afirmou.
Entre as expositoras está a artesã Jeanne Soares, de 57 anos, moradora de Tartarugalzinho, que participa pela primeira vez da Feira ELAS e também vive seu primeiro ano como empreendedora certificada pelo Selo Amapá. Há cinco anos, ela encontrou na costura criativa uma nova profissão após a aposentadoria e, no evento, vê a oportunidade de ampliar a divulgação de seus produtos e estabelecer novas parcerias.
Jeanne conheceu o Selo Amapá por meio do Sebrae e integra a Associação de Mulheres de Tartarugalzinho, formada por 52 microempreendedoras e artesãs que desenvolvem trabalhos voltados à bioeconomia. Para ela, espaços como o ELAS fortalecem o empreendedorismo feminino no interior do estado e incentivam outras mulheres a investirem em seus próprios negócios.
“Muitas vendas na primeira noite. A expectativa é sair daqui com muitas clientes nos três dias e, além disso, conhecer o trabalho de outras mulheres inspiradoras”, disse.
Outra empreendedora que integra o estande do Selo Amapá é Sibelly Iglesias, do Cantinho do Pijama, de Macapá. Ex-comerciária, ela decidiu empreender em busca de mais qualidade de vida e de uma rotina que lhe permitisse passar mais tempo com a família. O negócio surgiu de maneira despretensiosa, quando confeccionou um pijama para a filha e publicou a peça nas redes sociais. A repercussão foi imediata e, logo após a postagem, vendeu 15 unidades.
Hoje, oito anos após ingressar no Selo Amapá, Sibelly é referência na produção de pijamas personalizados e transformou o que começou como uma iniciativa individual em um empreendimento familiar. Mãe, filha e esposo trabalham juntos no negócio, que já conta com uma cadeia produtiva envolvendo cinco pessoas, incluindo duas costureiras contratadas.
As histórias de Jeanne e Sibelly representam o propósito do ELAS e do Selo Amapá: incentivar o empreendedorismo, gerar oportunidades de renda e fortalecer o protagonismo feminino como instrumento de desenvolvimento econômico e social no estado.
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