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TECNOLOGIA

Intercâmbio Tecnológico: Acadêmicos do IFAP conhecem os sistemas de geoprocessamento da Sema.

Atividade ajuda na compreensão do cotidiano profissional, além de fortalecer as boas práticas da instituição. 

Por Alice Palmerim
29/04/2026 09h38
A atividade com os acadêmicos teve o objetivo de promover a melhor compreensão do dia a dia profissional e das boas práticas da Sema

O Governo do Estado promoveu, em conjunto com o Instituto Federal do Amapá (Ifap), uma visita técnica de acadêmicos para conhecerem os sistemas de geoprocessamento da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). A atividade aconteceu nesta terça-feira, 28, com o objetivo de promover a melhor compreensão do dia a dia profissional e das boas práticas da instituição. 

O diretor de Controle Ambiental da Sema, Fabrício Borges, falou que a interação entre o setor público e a academia é fundamental para transformar conhecimento teórico em soluções práticas. 

Diretor de Controle Ambiental da Sema, Fabrício Borges.

“O grupo do curso de Tecnólogo em Mineração veio conhecer nossas ferramentas de geoprocessamento e georreferenciamento. Mostramos como monitoramos a qualidade do ar, precipitação, ventos, controle de desmatamento e focos de calor. É uma dinâmica essencial para que o estudante perceba as diversas vertentes em que poderá atuar no futuro”, destacou o diretor. 

O geoprocessamento é um conjunto de tecnologias e métodos usados para coletar, processar, analisar e exibir dados que estão associados a uma localização geográfica específica, ou seja, é um método de dar formas geográfica aos dados coletados.

Apresentação dos processos de geoprocessamento

Imersão necessária

Professora do Colegiado de Geoprocessamento do IFAP, Carla Braga

Para a professora do Colegiado de Geoprocessamento do Ifap, Carla Braga, de 38 anos , a atividade com os 21 alunos do terceiro semestre é uma imersão necessária.

“Eles têm a oportunidade de ver como a teoria se aplica em áreas como monitoramento ambiental e planejamento urbano. No contexto atual, esses dados otimizam processos que antes levariam anos para serem concluídos. Sem dúvida, a Sema é a grande referência no estado para esse aprendizado”, pontuou a docente.

Experiência Prática 

A programação incluiu uma apresentação do banco de dados e da base cartográfica na sala de colegiados, seguida por uma demonstração na sala de Monitoramento e Situação.

Carolina Silva e Silva

Para a acadêmica Carolina Silva e Silva, de 19 anos, a visita técnica confirmou sua afinidade com a área. 

"Essa disciplina fez eu descobrir a minha verdadeira paixão, porque une geologia e tecnologia. Estou muito motivada com essa visita técnica, pois é a primeira focada em geoprocessamento e estou aprendendo muito, inclusive, está ampliando minha visão sobre as possibilidades da área", ressaltou a acadêmica. 

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