Governo do Amapá amplia enfrentamento qualificado à violência e capacita 14 mil operadores da Segurança Pública em três anos
Investimento faz parte das estratégias da gestão estadual que reduziram roubos e crimes violentos contra a vida ao menor patamar da série histórica.
Instruir, valorizar e equipar os servidores da Segurança Pública para que, nas ruas e lares amapaenses, a sociedade receba o melhor atendimento. Essa é a estratégia empregada pelo Governo do Amapá desde 2023 que, além de novas viaturas, armamentos e recomposições salariais, ampliou os cursos operacionais e qualificações para cerca de 14 mil operadores.
São cursos como os de Operações Aéreas, para composição de efetivo no Grupo Tático Aéreo (GTA), Operacional de Rotam para o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, e de Operações Policiais, para a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil, que já resultaram nas reduções históricas de roubos e crimes violentos contra a vida, os CVLIs.
O resultado consolidado apontou queda nos roubos de 10,2 mil em 2022 para cerca de 3 mil apenas em 2025. As ações policiais estratégicas também derrubaram homicídios e latrocínios ao menor patamar desde 2011.
“Por decisão política da gestão Clécio, a Segurança Pública do Amapá está sempre um passo à frente da criminalidade. Nossos policiais são constantemente preparados, da Inteligência ao policiamento ostensivo e às atividades investigativas, para neutralizar ameaças de alta complexidade, desarticular grupos criminosas e garantir que o cidadão perceba a tranquilidade em seu dia a dia”, enfatizou o secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Cézar Vieira.
E todo esse investimento não fica restrito à capital ou à região metropolitana. O Soldado Daniel Avis, que servia em no 7º Batalhão em Porto Grande e agora está no VI Curso de Força Tática, conta a experiência de vivenciar o curso operacional do batalhão que é especializado em patrulhamento em áreas de alto risco.
“Os militares da Força Tática são preparados para lidar com ocorrências de alta complexidade, risco iminente à vida e que precisam de uma resposta precisa das forças policiais, e são também preparados para transmitir os conhecimentos, que estão sempre sendo atualizados, para toda a tropa. Foram essas competências que me motivaram a estar aqui”, contou o militar.
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