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AMAPÁ MAIS SEGURO

‘Técnica é extremamente importante para a atuação policial’, destaca aluna do VI Curso de Força Tática promovido pelo Governo do Amapá

Integrante da Polícia Militar há dois anos, a Soldado Ayla Silva busca aprimoramento para operações de alto risco contra a criminalidade no batalhão especializado.

Por Cláudio Morais
08/04/2026 13h08
SD Ayla está entre as três mulheres que integram o corpo de alunos do VI CFT

Uma meta traçada quando ingressou na Polícia Militar do Amapá (PM-AP), em 2024, e que dia após dia se torna realidade, mesmo com grandes sacrifícios. Esse é o sentimento da Soldado Ayla Silva, de 31 anos, aluna do VI Curso de Força Tática (CFT), promovido pelo Governo do Estado. A aula inaugural, realizada nesta terça-feira, 7, marcou o fim da ‘semana administrativa’ e o início oficial das atividades.

“Desde o primeiro dia o que a gente vê é a importância dos procedimentos corretos, a coordenação do curso enfatiza constantemente o quanto a técnica é extremamente importante para a nossa atuação como policiais militares”, destacou a militar.

A Força Tática tem por doutrina a especialização da tropa pautada no treinamento e na instrução, e capacita o policial militar a atuar de forma precisa em ocorrências de alto e altíssimo risco, como tráfico de drogas, roubos, captura de foragidos e contra grupos criminosos.

Exposição dos equipamentos utilizados pela Força Tática no combate qualificado à criminalidade

A unidade também conta com militares especializados contra causadores de eventos críticos, como agressores ativos, tentantes suicidas e outras ocorrências com indivíduos que representem alta ameaça à vida das pessoas e que exijam rápida resposta policial.

Investimento, Qualificação e Valorização

O combate às ações criminosas no Amapá, por determinação da gestão Clécio, é pautada na valorização e aprimoramento constantes da tropa. Desde 2023, mais de 13,9 mil servidores foram qualificados em vários cursos como os de Operações Aéreas, Cinotecnia, Operações Policiais e Operacional de Rotam.

“Com tudo isso quem ganha é a sociedade, que recebe proteção dos nossos operadores de forma qualificada, com o que há de mais moderno em práticas policiais, e também os nossos servidores. Para o fim do turno, a meta sempre é resguardar vidas, voltar para casa em segurança e nunca tombar diante de criminosos. Com investimento e valorização, assim temos mantido”, concluiu o secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Cézar Vieira.

Cézar Vieira, secretário de Justiça e Segurança Pública

‘A Sorte Favorece os Audazes’

O secretário do VI CFT, Subtenente Marcelo Silva, contou o nível de dificuldade a que os militares são testados. Durante a semana administrativa, que apresentou os alunos ao contexto do curso operacional, as desistências reduziram o número de candidatos de 25 para apenas 17 - entre os persistentes, três são mulheres, como a Soldado Ayla.

Subtenente Marcelo Silva, secretário do VI CFT

“Com uma duração estimada de dois meses, serão transmitidas técnicas de abordagem, combate em ambiente confinado, atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto armado e, principalmente, o patrulhamento em áreas de alto risco, que é o carro-chefe do nosso batalhão”, detalhou o subtenente.

De 25 inscritos, apenas 17 resistiram à semana administrativa e permanecem para as etapas rústica e técnica
Aula inaugural ocorreu no teatro Silvio Romero, em Santana

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