Governo do Estado qualifica operadores da Segurança Pública no 22º Curso de Unidades Especializadas de Fronteira
São 37 policiais capacitados em prevenção e combate a delitos próprios de regiões fronteiriças, como tráficos de drogas e armas, contrabando e biopirataria.
Para ampliar a proteção nas fronteiras e aperfeiçoar os policiais civis e militares empregados na atividade operacional, o Governo do Estado em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) realiza o 22º Curso de Unidades Especializadas de Fronteira.
São 37 policiais capacitados em fiscalização, defesa, inteligência, controle aduaneiro, prevenção e repressão de delitos próprios de regiões fronteiriças, como tráficos de drogas, armas e pessoas, contrabando, descaminho, biopirataria e saída de veículos roubados ou furtados.
“Representa um grande avanço na proteção do nosso estado, que possui cerca de 730 km de fronteira. É também uma evolução para a segurança pública como um todo, à medida que os nossos operadores, de diferentes batalhões e unidades da polícia judiciária, são qualificados para atuar de forma ainda mais incisiva contra a criminalidade nessas regiões”, destacou o secretário de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Cézar Vieira.
Além dos servidores da Segurança do estado, militares de Goiás, Rondônia e Pará também vieram buscar aperfeiçoamento operacional no Amapá. Entre os diversos assuntos específicos ministrados estão incluídos georreferenciamento aplicado à segurança pública, policiamento em embarcações, tiro policial e táticas para confronto armado.
"Essa capacitação acontece através da parceria entre Estado e Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O objetivo é repassar conhecimentos e especializar os agentes de segurança pública que operam em áreas de fronteira por todo o Brasil", destacou o coordenador do curso, Major Aldoney Lima.
Para a soldado Melissa Noele, que atua no 11º Batalhão da Polícia Militar do Amapá, localizado no município de Laranjal do Jari, é uma oportunidade essencial de adquirir novos conhecimentos e nivelar os fundamentos da atividade policial para atendimento às ocorrências no extremo Sul do Amapá.
“É um curso que todo operador da segurança pública deveria fazer em algum momento da carreira, por elevar o nível técnico dos profissionais. Isso não somente para os militares de batalhões especializados, como o Bope ou a Força Tática, mas principalmente para nós, dos batalhões de área”, enfatizou a militar.
Fique por dentro das notícias do Governo do Amapá no ==> Instagram e Facebook.
Siga o canal do Governo do Amapá no WhatsApp e receba notícias em primeira mão!