Governo do Amapá consolida influência regional no setor primário e pauta integração estratégica no Consórcio da Amazônia
Representado pela SDR e Amapá Terras, o estado acelera a regularização de áreas produtivas para garantir segurança jurídica e transformar o setor rural em motor econômico do Norte.
O Governo do Amapá deu um passo estratégico para consolidar sua influência no cenário regional durante o 29º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, realizado em São Luís (MA). Representado no setor primário pelos secretários de Desenvolvimento Rural (SDR), Beatriz Barros, e Jorge Rafael (Amapá Terras), o estado não apenas participou das discussões, mas marcou posição em temas que impactam diretamente a soberania estadual, como a gestão fundiária e a autonomia em faixas de fronteira.
A presença amapaense nas Câmaras de Agricultura e Governança Fundiária sinaliza uma ofensiva política para destravar gargalos históricos. Ao pautar a integração de dados com a União e a inclusão dos institutos de terras da região no debate sobre o mercado de carbono, o Amapá demonstra que discutirá as atividades verticais vindas de Brasília e potencializará os agentes que conhecem a realidade de cada área.
Na pauta agrícola, o estado defendeu soluções pragmáticas, como a compra compartilhada de equipamentos e o fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), visando reduzir custos e ampliar a produtividade. Nesse cenário, o Amapá vem avançando na regularização fundiária em áreas produtivas, priorizando a harmonização entre sistemas estaduais e federais para garantir segurança jurídica ao setor e atrair investimentos via mercado de carbono.
“Nossa determinação é transformar o setor produtivo em um motor de desenvolvimento seguro e eficiente. No Consórcio da Amazônia, reforçamos a necessidade de políticas públicas que cheguem à ponta, garantindo equipamentos de ponta e apoio técnico ao agricultor. Mas sabemos que o desenvolvimento passa pela regularização das nossas terras”, destacou a secretária da SDR, Beatriz Barros.
O fórum também marcou uma transição de poder importante, com a posse do governador do Maranhão, Carlos Brandão, na presidência do Consórcio, substituindo Helder Barbalho (PA). Para o Amapá, a mudança renova a expectativa de que o bloco de nove estados atue com mais eficácia na construção do Plano Safra 26/27 e na consolidação de uma economia verde que, de fato, contemple o produtor rural nortista.
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