Tolerância zero: inteligência e integração da Segurança Pública do Amapá resulta na prisão de suspeito de crime bárbaro em Santana
Em menos de seis horas, diligências das Polícias Militar e Civil capturaram e apresentaram o homem à 1ª Delegacia de Polícia do município.
Em uma resposta rápida e estratégica, as Forças de Segurança Pública do Amapá prenderam na noite de segunda-feira, 9, um homem de 42 anos acusado pela prática de latrocínio contra a jovem Ana Paula Viana Rodrigues, de 19 anos. O flagrante ocorreu em menos de seis horas após o crime bárbaro, resultado de um trabalho de inteligência integrada entre as polícias Civil, Militar e o Grupo Tático Aéreo (GTA), que reforça a tolerância zero à violência contra a mulher no estado.
"Primeiramente, manifestamos nossos profundos sentimentos aos familiares e amigos por essa grande perda. Vivemos um momento de intenso combate e enfrentamento à criminalidade no Amapá, colhendo resultados expressivos. A resposta a este ato covarde é a prova dos investimentos e do trabalho que vem sendo realizado na segurança pública estadual", enfatiza o secretário de Justiça e Segurança Pública, delegado Cézar Vieira.
Todos os recursos disponíveis pela Segurança Pública foram empregados na localização do suspeito, desde o rastreio do telefone celular da vítima, receptado após o crime, até análises de imagens de monitoramento e localização de roupas e outros objetos utilizados na barbarie. A linha investigativa seguiu todos os passos do indivíduo, que possui um histórico de violência perversa.
"O suspeito subtraiu o celular da vítima, que foi posteriormente encontrado em um ponto de venda de drogas, evidenciando a perversidade e a ligação direta com esse submundo. Fazemos aqui um apelo à sociedade para que não normalizemos situações como essa e enfrentemos juntos esses crimes, denunciando bocas de fumo e pessoas envolvidas com a criminalidade, para que possamos ter um Amapá cada vez mais seguro", reforça o secretário.
Considerado foragido do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), após a liberação pelo Judiciário para a saída temporária, o homem já possui condenação por homicídio qualificado por outro crime cometido em 2018.
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A recaptura em tempo recorde interrompe uma trajetória de crimes violentos e demonstra a eficácia do monitoramento e da integração das unidades operacionais e de inteligência. O ato violento que vitimou Ana Paula, estudante de Ciências Biológicas e Farmácia na Universidade Federal do Amapá (Unifap), causou profunda comoção social.
A Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) manifesta profundo pesar pelo falecimento de Ana Paula e reforça sua solidariedade e empatia aos familiares, amigos e à comunidade acadêmica. Os procedimentos legais serão garantidos para que o processo judicial ocorra com o rigor necessário, assegurando que a justiça seja plenamente estabelecida.
Denuncie
Embora a resposta seja rápida, a denúncia e o registro de boletim de ocorrência são formas primordiais de prevenir que ocorram crimes violentos, em especial contra a mulher. Para denunciar anonimamente, existem diversos canais que funcionam 24 horas por dia, garantindo o acolhimento e a segurança da vítima.
Canais de emergência e denúncia (24h)
- 190 (Polícia Militar): Para situações de emergência e flagrante. Se a violência está acontecendo agora, ligue imediatamente.
- 180 (Central de Atendimento à Mulher): Canal nacional gratuito e anônimo. Oferece orientação sobre direitos, rede de atendimento e registra denúncias que são encaminhadas para os órgãos locais.
- 181 (Disque Denúncia): Utilizado para denúncias anônimas de crimes que já ocorreram ou histórico de agressões.
Rede de Atendimento em Macapá:
- DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher):
Local: Rua Leopoldo Machado, nº 2846, bairro Trem.
Atendimento: 24 horas para registro de Boletim de Ocorrência (BO) e pedido de Medidas Protetivas de Urgência. - Box Lilás (Ciodes): Um espaço exclusivo dentro do Centro Integrado de Operações de Defesa Social para atendimento psicossocial e triagem de ocorrências de violência doméstica.
- CRAM (Centro de Referência em Atendimento à Mulher): Oferece apoio psicológico, social e jurídico para mulheres em situação de violência.
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