Maracatu da Favela agita o público no ensaio técnico no Sambódromo de Macapá
Com o enredo “XEQUE MATE! QUEM DÁ AS CARTAS É A FAVELA!”, a agremiação apresentou uma prévia do espetáculo que irá apresentar no dia 13, prometendo emocionar o público.
A contagem regressiva para o desfile oficial já começou, e a Maracatu da Favela confirmou, na penúltima noite de ensaios técnicos, porque é uma das escolas de samba mais tradicionais do Amapá. Com a vibração contagiante da bateria, o brilho dos componentes e a força poética do enredo “XEQUE MATE! QUEM DÁ AS CARTAS É A FAVELA!”, a agremiação levou ao Sambódromo de Macapá uma prévia do espetáculo que apresentará no dia 13, prometendo emocionar o público.
Os ensaios técnicos integram a programação oficial do Carnaval do Meio do Mundo 2026, promovido pela Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (Liesap), com investimentos do Governo do Estado e recursos de emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre. A iniciativa assegura estrutura adequada, visibilidade e melhores condições para que as agremiações realizem os últimos ajustes antes da grande festa.
O enredo da Maracatu da Favela propõe uma reflexão lúdica sobre o universo dos jogos, destacando que a motivação mais básica para jogar está no prazer e na diversão. A narrativa exalta o jogo como escape da rotina, momento de relaxamento e desafio que estimula a mente, conectando essa simbologia ao cotidiano da favela, onde estratégia, resistência e criatividade são cartas sempre presentes na mesa.
“Esse ensaio é o retrato de meses de trabalho e dedicação. A Maracatu da Favela vem para a avenida com o coração aberto, mostrando a força da nossa comunidade e a importância de valorizar as histórias que nascem na favela. Nosso enredo fala de jogo, mas também de estratégia, resistência e superação do nosso povo”, destacou o presidente, Sandro Macapá.
O ensaio marcou a final de preparação da escola e evidenciou o entrosamento entre os segmentos, além do cuidado com evolução, harmonia e interpretação do samba-enredo.
Wesley Ferreira, integrante da comissão de frente pelo terceiro ano consecutivo, ressaltou a responsabilidade e o orgulho de representar a escola logo na abertura do desfile.
“Estar na comissão de frente por três anos seguidos é uma honra muito grande. A gente sabe que é o primeiro impacto com o público e com os jurados, então cada detalhe foi pensado para contar o enredo com emoção, criatividade e respeito à história da Maracatu da Favela”, afirmou.
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