Professores do Amapá participam de capacitação no acelerador de partículas Sirius, em São Paulo
Dois professores da rede estadual foram selecionados para representar o Estado no evento, que segue até o dia 17 de janeiro em Campinas.
Dois professores da rede estadual de educação foram selecionados para representar o Amapá em uma capacitação do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), localizado em Campinas (SP). O evento segue até este sábado, 17, e vai apresentar aos profissionais o maior acelerador de partículas do país, o Sirius.
Os professores selecionados foram Luiz de Miranda, da Escola Estadual Antônio Munhoz, e Olívio Fernandes Jr., da Escola Estadual Rivanda de Nazaré. Ao longo do evento, eles irão participar de oficinas, palestras e mesas redondas.
“Essa formação vai impactar bastante as minhas aulas, porque vou poder trabalhar com os alunos como funciona a óptica e o magnetismo usando com base as experiências práticas que tive aqui. Quando estamos no acelerador de partículas, percebemos que precisamos da interação entre a física, química e biologia também, então podemos trabalhar essa interdisciplinaridade com os alunos”, explicou Olívio, de 31 anos.
Esta é a 8ª edição do evento, e reuniu 60 professores de física, biologia e química do país inteiro. A iniciativa é supervisionada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, com apoio da Sociedade Brasileira de Física (SBF).
O objetivo da capacitação é aproximar os professores da ciência contemporânea, apresentando avanços nas áreas de física, biociências, nanotecnologia, engenharia e inovação, além de promover a troca de experiências entre educadores de diferentes regiões do país.
“Superou minhas expectativas. A visitação e as palestras estão contribuindo com a minha formação bem como com prática em sala de aula. Representar o Amapá e a Escola Antônio Munhoz aqui é nos colocar no cenário de pesquisa nacional, junto ao acelerador de partículas Sirius. Quem ganha são os alunos do Estado do Amapá”, ressalta o professor Luiz.
Sirius
O Sirius é uma das mais avançadas infraestruturas de pesquisa do mundo, e a maior e mais complexa do Brasil. A construção produz uma fonte de luz síncrotron de quarta geração, que permite estudos para entender a estrutura atômica e molecular de amostras, o que pode ajudar no desenvolvimento de novos medicamentos, no aprimoramento de materiais usados na construção civil, na exploração de petróleo e em várias outras áreas.
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