No maior Réveillon da Amazônia, Governo do Amapá impulsiona a cultura local e mobiliza mais de mil profissionais da economia criativa
A programação priorizou a valorização dos artistas amapaenses, garantindo o pagamento do cachê a todas as 243 atrações culturais das cinco noites.
O Maior Réveillon da Amazônia, realizado pelo Governo do Amapá entre 27 e 31 de dezembro, consolidou-se como uma das maiores ações de fomento à cultura e à economia criativa do estado. Com foco na valorização da identidade local, a programação no anfiteatro da Fortaleza de São José de Macapá garantiu o pagamento imediato de cachês a todos os artistas locais que dividiram o palco com atrações nacionais em um espetáculo de visibilidade e profissionalismo.
Ao todo, 243 atrações integraram o cronograma oficial, envolvendo diretamente 900 artistas e ultrapassando a marca de mil profissionais da economia criativa. A diversidade de ritmos e linguagens foi o diferencial da celebração, assegurando que a produção cultural amapaense fosse a protagonista da virada.
Diversidade de Segmentos
A estrutura do evento abrigou diversas frentes culturais como nove aparelhagens e 12 equipes (tropas, coletivos e fã-clubes), que reuniram 420 integrantes; sete grupos de capoeira que somaram 121 participantes; oito grupos de dança e oito de teatro que totalizaram 100 integrantes.
Protagonismo Musical
A música autoral e os gêneros populares foram o centro do evento. A programação contou com 32 cantores e compositores autorais, além de 12 artistas de rock, rap e reggae. O samba foi representado por 30 intérpretes, enquanto 33 cantores do estilo "toca tudo" animaram o público. A condução dos palcos ficou a cargo de 56 DJs e 14 apresentadores.
Artistas locais abriram e encerraram 22 shows nacionais, estratégia adotada pelo Governo do Estado para ampliar a circulação do trabalho dos músicos amapaenses e fortalecer o mercado fonográfico local.
Para a secretária de Estado da Cultura, Clicia Vieira Di Miceli, o evento foi planejado como uma política estruturante.
“O investimento do Governo do Amapá gera oportunidades reais. O Réveillon foi construído para dar protagonismo aos nossos artistas, movimentar a economia e garantir o acesso democrático da população à cultura, mostrando a força do setor no estado”, destacou a secretária.
A grandiosidade do espetáculo mobilizou, nos bastidores, mais de 400 profissionais técnicos, incluindo operadores de som e luz, produtores, diretores musicais, roadies, maquiadores, estilistas e equipes de comunicação.
Ao apostar na produção local, o Governo do Amapá reforça uma política que transcende o entretenimento, transformando o Réveillon em um motor de geração de trabalho, renda e pertencimento para a cadeia produtiva da cultura.
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