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25/06/2012 17h15 - Atualizado em 25/06/2012 17h15
PROAMAPÁ: governador Camilo dá início à obra que materializa o sonho da casa própria
Da Redação - Agência Amapá
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Primeira casa do Conjunto Macapaba, construído na zona Norte da capital, é o modelo padrão da mais importante obra habitacional do Amapá. Veja mais imagens aqui.A primeira casa do Conjunto Habitacional Macapaba pôde ser visitada na manhã desta segunda-feira, 25, na zona Norte de Macapá. Ela é o modelo padrão da mais importante obra habitacional do Amapá, feita em parceria entre os governos federal e estadual. O governador Camilo Capiberibe deu início oficialmente à obra que materializa o sonho da casa própria, gera emprego e tira o Amapá da lista de estados sem credibilidade junto ao governo federal.

Essa primeira etapa vai construir 2.148 habitações. Destas, 1.984 são apartamentos e 164 casas, todos com dois quartos, banheiro, sala, cozinha e outras benfeitorias. Para que os prazos sejam cumpridos e a segurança garantida, o projeto foi adequado às novas tecnologias e engenharia de obras. Os operários e técnicos foram capacitados para trabalhar dentro desse conceito de modernidade e segurança. Outro cuidado foi relacionado à acessibilidade, consideração presente em todas as habitações. O projeto assegura ainda que as residências sejam entregues lajotadas e com louças tipo pia.

Apoio da bancada

Para que a primeira fase seja concluída, o governo federal investiu R$ 117 milhões e o governo do Amapá, R$ 12 milhões em contrapartida. O chamado arruamento e o saneamento são de responsabilidade do Estado. Para adquirir a área de 138 mil m2, o governo do Estado fez ainda um investimento de R$ 6 milhões. "Com muito esforço o governo está limpando o nome do Amapá. Cada um fazendo a sua parte com determinação e compromisso, quem ganha é o povo", disse a deputada Cristina Almeida. Ela esteve presente na solenidade junto com os federais Janete Capiberibe, Fátima Pelaes, Vinícius Gurgel, Dalva Figueiredo e Evandro Milhomem.

Recuperação

Foi necessária uma força-tarefa para que o governo federal acreditasse na nova gestão e retomasse projetos importantes, como o Minha Casa, Minha Vida. Novos projetos foram elaborados e o Ministério das Cidades deu parecer favorável. O Amapá conseguiu utilizar, de uma única vez, a sua cota de 2.148 unidades habitacionais e ganhou uma cota extra de mais 2.234 moradias, vinda dos estados que continuam inadimplentes. O Macapaba é a primeira obra do Minha Casa, Minha Vida no Amapá.

O governador Camilo anunciou que a Caixa Econômica Federal acenou positivamente para o início da segunda etapa. O contrato será assinado até a próxima semana, o que vai totalizar 4.382 habitações para serem entregues. No acordo estão também assegurados os chamados equipamentos comunitários, como escolas e creches.

"Agora temos dinheiro e gestão, essas casas são o maior exemplo da administração responsável. O povo foi enganado todos esses anos, madrugávamos para nos cadastrar, tudo em vão, muita propaganda e pouca prática. Agora o projeto vai sair do papel", desabafou Cleber Guimarães, em nome da população.

"Estamos unidos pelo desenvolvimento do Amapá com o governo federal e bancada, é hora de recuperar o tempo perdido e para isso temos que trabalhar juntos. Tiramos o Amapá da inadimplência, estamos gerando emprego e dando a oportunidade da casa própria. Vamos nos empenhar para que os demais municípios sejam contemplados e o déficit habitacional reduza consideravelmente no Estado. Isso é mérito de quem trabalha em parceria e do povo, que finalmente tem seus direitos respeitados", ressaltou o governador Camilo.

De acordo com o governador, hoje, no Amapá, cerca de 25 mil famílias precisam de casa própria, mas com os projetos em execução esse numero começa a diminuir. O Estado trabalha atualmente em outras frentes que contribuem com essa redução, como as do PAC Congós e Aturiá, que, junto com o Macapaba, construirão 5.219 moradias. Ele explicou ainda que cada família beneficiada pagará mensalmente, durante cinco anos, o valor de R$ 50,00 e que o cadastro de futuros beneficiados será reavaliado pela Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social.

Mariléia Maciel/Secom

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