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16/04/2012 16h31 - Atualizado em 16/04/2012 16h31
Seicom recebe representante do Banco Alemão de Desenvolvimento
Da Redação - Agência Amapá
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O secretário de Estado da Indústria, Comércio e Mineração, José Reinaldo Picanço, acompanhado da diretora do Instituto Estadual de Florestas, Ana Euller, recebeu nesta segunda-feira, 16, no prédio da secretaria, a visita do gerente Sênior de Projetos de Florestas Tropicais do Banco Alemão de Desenvolvimento (Banco Alemão de Desenvolvimento - KFW), Hubert Eisele.

Seicom e IEF apresentaram um panorama do Estado, mostrando os principais projetos do Amapá ligados ao desenvolvimento econômicoOs gestores da Seicom e IEF apresentaram um panorama do Estado, mostrando os principais projetos do Amapá ligados ao desenvolvimento econômico. O Amapá tem 72% de áreas protegidas, envolvendo áreas de conservação, terras indígenas e quilombos.

"Nós fizemos o convite para o representante do Banco KFW, Hubert Eisele, com o objetivo de apresentar os potenciais econômicos do Amapá para que banco possa atuar futuramente apoiando os projetos do nosso Estado, que estabeleçam parcerias vinculadas aos interesses do mesmo", enfatizou o secretário.

No Brasil, o Banco Alemão de Desenvolvimento atua há mais de quatro décadas, e apoia de Norte a Sul do país vinte projetos ligados ao desenvolvimento rural, eletrificação e proteção do meio ambiente. Amazonas, Acre e Pará são os estados da região Norte que recebem investimento do Banco.

Entre as pautas apresentadas na reunião, as cadeias produtivas do açaí, castanha e da pesca tiveram o maior destaque. Segundo a diretora do IEF, Ana Euller, o açaí contribui com aproximadamente 4% do PIB do Estado.

"O açaí contribui muito com o PIB do Estado. O Amapá é o Estado que mais cresceu nos últimos dez anos no sentido demográfico e ainda sim conseguiu segurar o seu desmatamento. Nós vivemos um momento que a gente precisa avançar não só ambientalmente, mas socioeconômicas também", argumentou Ana Euller.

"A parceria está aberta a todos, mas é necessário cumprir etapas para que a verba seja negociada entre os dois governos. Nós, como Banco Alemão de Desenvolvimento, só podemos dispor de investimentos o que os dois governos acórdão", declarou Hubert Eisele.

"Vamos criar alternativas que garantam indicadores de sustentabilidade, conservação e possamos traçar políticas que criem emprego e renda, várias possibilidades que sejam atreladas a proposta de economia verde", disse o secretário da Seicom.

Lilian Monteiro/Seicom

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